
No Olimpo fashion, ao lado do vestido preto de festa, do trend coatch bege e da calça jeans, os deuses da moda guardaram um lugar de honra para ela: a camisa branca. Versátil e atemporal, é expressão do clássico e foi uma das adaptações mais felizes do guarda-roupa masculino.A peça ganhou status de imprescindível quando Audrey Hepburn usou um modelo branco de manga curta com saia rodada e lencinho de seda no pescoço no filme “A Princesa e o Plebeu” (1953). Meio século depois, seu poder continua intacto. Ainda mais nesse momento em que a moda vive verdadeiro flerte com o que é ícone.
A camisa branca é um curinga, fica bem em mulheres de todas as idades e estilos e se reinventa a cada temporada. Na coleção de verão da grife Bendita Seja, por exemplo, ela chega em como bata, tradicionais de botão simples com formato de body. “Com o body, a blusa fica mais acomodada e não desarruma”, explica Sônia Agrelli, estilista da Bendita Seja.
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